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quarta-feira, julho 01, 2015

"Cala a boca, Magda"!

"Magda", nunca comeu mandioca.

Mandioca

Mulher sapiens?
Liliane

terça-feira, junho 30, 2015

PanCristal

Só esta semana, conheci as massas prontos para Bolos, da PanCristal.
A PanCristal, fábrica, fica numa cidade do Interior de Pernambuco. A cidade de Surubim.
Adorei essa opção.
E como sempre faço quando gosto de uma coisa, escrevo e/ou telefono, elogiando.
Geralmente, as pessoas nunca lembram de elogiar.
Eu lembro. Sempre.
Delícia.
A massa vem totalmente pronta.
Só precisa, untar e colocar na fôrma.
Em torno de 45 minutos, o bolo sai pronto, prontinho.
Delícia.
Pão Francês, é o preferido da Infanta Beatriz.
Já comprei algumas vezes mas de outra marca.
Agora, só vou comprar PanCristal para valorizar o produto regional.

Para festa
O Bolo de Chocolate, já comprei mas ainda não fiz.
Não sei dizer se a calda vem junto a embalagem. 
Outra delícia.
O Bolo Pé de Moleque, é uma delícia.
Esse já aprovado. Aprovadíssimo.
Liliane

segunda-feira, junho 29, 2015

Da minha janela

Desde ontem que chove na cidade.
E muitas áreas estão alagadas.
Barreiras caíram, junto ao lixo que esse povo nojento, insiste em não descartar como já está cansado de saber.
A cidade foi construída abaixo do nível do mar, sempre ouvi dizer isso.
E se vc insiste em jogar lixo nas ruas, piora tudo.
Ô povo burro!
Assustador
Minha mãe tinha medo dessas nuvens escuras.
Eu também.
Parece que o mundo vai se acabar.
Fecho as cortinhas para não precisar vê.

Ia caminhar, hoje de manhã.
Mas quando vi essa nuvem escura, desisti.
Eu até gosto de tomar banho de chuva, mas tenho medo de raios e trovões.
Vai mas não vai
O sol teimava em querer aparecer.
Mas, foi vencido.
Nuvens escuras.
 Torcer para amanhã, o dia amanhecer bonito.
Só da janela.
Liliane

domingo, junho 28, 2015

Paris a qualquer preço

Assisti a esse filme por esse dias e amei.
Não lembro qual Canal da Sky.
Deve ter sido num dos Telecine.
O filme é muito bom e se tiver tempo, sim, porque tempo é uma coisa muito importante na minha vida, vejo outra vez.
O filme é uma comédia, mas uma comédia agradável e de bom gosto.
Quem é a atriz, não sei.
O filme é francês.
Maya
Sinopse do filme.
Maya, de origem marroquina que vive em Paris há 20 anos. É a garota da moda. Em ascensão, ela está prestes a obter seu primeiro CDI estilista na casa de moda que ela trabalha. Mas em uma abordagem policial de rotina, descobrem que sua autorização de residência expirou, e terá que retornar em menos de 24 horas para o Marrocos. Voltar a este país e esta família que ela queria esquecer. Choque de culturas, choque de preconceitos, Maya vai fazer de tudo para voltar. Realmente tudo. Quando o futuro na moderna Paris torna-se a sonho de um imigrante sem documentos.

Os dias dela e a luta dela para largar o Marrocos e aquela vida atrasada, é uma delícia.
Pedrita, não perca.

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Sobre "Kevin", o filme, quero dizer que, como médica, atendi, não Kevins, mas muitas mães de Kevin.
No filme, quem não enxerga o filho psicopata, é o pai.

Liliane

sexta-feira, junho 26, 2015

Precisamos falar sobre o Kevin-filme

Finalmente, ontem, pelo Netflix e muito bem acomodada na nossa cama, com o IPAD assisti esse filme, que é baseado numa história real.
O filme, como filme, é bom.
Mas a história é terrível. Assustadora.
Os pais.
Esse é o casal, pais do monstro.
A mãe, vive eternamente, descontente com o mundo.
E com essa cara de idiota.
Mas é dela mesmo.
O casal se ama.
E dão amor a esse monstro.
Tilda Swinton
O filho, é um monstro travestido de criança.
Desde o início, se observa pelo comportamento que ele odeia a mãe, a irmã e tolera o pai
O monstro ainda criança.
Aqui o filho já adolescente e próximo de cometer o assassinato em série, numa Escola, depois de matar o pai e a irmã, menor, com flechas.
Só sobra a mãe, que, idiotamente, ainda vai visita-lo, com essa mesma cara de desajustada, na cadeia.
Adicionar legenda
Aqui vai a análise que encontrei, sobre o filme, no site ADORO CINEMA. 
"Desde o primeiro minuto de Precisamos Falar Sobre o Kevin o espectador sabe que algo dará errado. Muito errado. A impactante cena inicial mostra uma multidão em meio a um líquido vermelho, semelhante ao sangue. Uma imagem forte para começar a contar a vida de Eva (Tilda Swinton, em atuação digna de Oscar), através de um quebra-cabeças repleto de variações no tempo de forma que se possa conhecer seu presente e passado. Agora, ela é um pária na cidade, maltratada por quase todos que a encontram. No passado teve uma vida feliz, ao lado do marido Franklin (John C. Reilly). Algo muito grave aconteceu entre estas duas épocas. Seu nome é Kevin, o primeiro filho do casal.

Em certos momentos Kevin lembra Damien, o anticristo da série A Profecia, só que sem qualquer característica religiosa. Ele é “apenas” uma criança má, desde o nascimento, especialmente com a mãe. Há uma implicância natural que faz com que Eva entre em desespero e sinta-se frustrada. O carinho natural de mãe aos poucos se transforma em temor, com o passar dos anos. Ao mesmo tempo há a sensação de responsabilidade e, de certa forma, culpa, por tê-lo criado. Este difícil relacionamento é pontuado por cenas magistrais, que retratam a esperança da mãe em ser aceita pelo filho e a constatação de que ele, na verdade, a odeia."


Para mim ficha ainda não caiu.
O filme é assustador.
Tive vontade de entrar na tela e estrangular esse monstro.
Liliane

quinta-feira, junho 25, 2015

Festa de São João

Quando eu era pequena, a festa de São João era boa demais.
Meu pai, que nem era muito jeitoso, fazia tudo para enfeitar e alegrar a nossa vida e a nossa festa.
Obrigada, papai.
Meu pai fazia uma pequena fogueira na frente de casa, fogueira nada parecida com essa que está na foto.
Comprava fogos que não fossem, ou que não eram perigosos, para nós.
Lembro dele dividindo os fogos conosco.
Ele comprava papeis celofane coloridos e cola para fazer os nossos balões que nunca subiam muito, mas que era um festa, faze-los subir e cair logo adiante.
A gente saia na rua, correndo e gritando: "cai, cai, balão". 
Não sei onde papai achava as madeiras para a fogueira. Não lembro.
Mas eram fogueiras pequenas.
Naquela época não se vendia fogueiras prontas, como se vende hoje ao longo das estradas.
As fogueiras que papai fazia, ficavam bonitas mas davam trabalho para acender.
E as pessoas, da vizinhança, diziam que se a fogueira não acendesse, o dono da casa morria naquele ano.
Eu ouvia aquilo e tinha medo. Mas logo em seguida estava distraída. 
Meu pai se cansava, e nós também, de tentar acender a fogueira.
E ele, todo ano, cuidava de fazer fogueira sem se importar com as besteiras que a vizinhança, dizia, ou com as dificuldades de acende-las.

A fogueira(imagem google)
A gente fazia balões bem colorido.
Cortávamos os papeis no chão do terraço, com uma tesoura só, uma cola só.
Mas meu pai ia nos orientando de como cortar e de como colar.
Os balões(imagem google)
Ele comprava milho e usávamos as palhas mais secas, na fogueira.
Os milhos eram para serem assados, na fogueira.
Fazíamos bandeirolas para enfeitar o terraço da casa.
As coisas da festa(imagem google)

Balão e bandeirolas(imagem google)


Mamãe dizia que a noite de São João era a mais fria do ano.
Só sei que sempre era período de chuvas.
E isso atrapalhava, acender a fogueira.
Obrigada, meu pai. 
Não conversei com ele, de como essas coisas tinham sido importantes para mim.
Ou não sabia de como essas coisas foram importantes para mim e meus irmãos.
Liliane

terça-feira, junho 23, 2015

O ano em que vivemos em perigo

Ontem assisti esse filme de 1982, onde tanto Mel Gibson está lindíssimo, como a parceira Sigourney Weaver.
Olha ele aí na 1ª foto.
A história é boa e eu recomendo.
Assisti na SKY.
Mel Gibson em 1982

Mel Gibson

Mel Gibson
Indonésia, 1965. Guy Hamilton (Mel Gibson) é um repórter australiano ambicioso e pouco experiente, que em sua primeira missão internacional chega a Jacarta para cobrir a agitação dos últimos momentos do regime de Sukarno. Lá Guy recebe a ajuda essencial de Billy Kwan (Linda Hunt), um fotógrafo anão, que faz para ele importantes contatos com as facções em luta e lhe apresenta a bela Jill Bryant (Sigourney Weaver), assessora do adido militar da embaixada britânica. Alguns acontecimentos precedem a queda do ditador e dentro deste contexto Guy se envolve com Jill.
Liliane